terça-feira, abril 21, 2009


Hoje á noite, não perca na sede do PSD Seixal, esta excelente iniciativa, num tema actual, pertinente e de muito valor para o nosso concelho.

Entretanto, como sempre, estamos receptivos a sugestões para apresentar na Assembleia Municipal, que se vai realizarr no próximo dia 22.

sexta-feira, abril 17, 2009

Blogosfera em debate


O jornal "Notícias da Zona" lançou o desafio, eu e o candidato do PS, Samuel Cruz, aceitámos e o resultado final pode ser visto na última edição do "Notícias da Zona", já distribuído, ou no blogue "Pensamentos e Devaneios" da jornalista (Sandra Mendes) que fez a reportagem (Aqui).


Como habitualmente, fico à espera dos vossos comentários.

Uma vitória saborosa

Uma vitória é uma vitória, nem que seja ao berlinde.
Em "futebolês" costuma usar-se a expressão, "nem que seja ganhar meio a zero", facto que como sabemos é impossível na realidade, porque, ou é golo, ou não é.

Por outro lado, quando se fala de sondagens, estudos de opinião, inquéritos, com maior ou menor rigor científico, costuma dizer-se que "vale o que vale", mas é melhor ganhar do que perder.

Vem isto a propósito de um meritório inquérito que o insuspeito e de muito boa qualidade blogue "Por cá tudo na mesma" promoveu durante cerca de trinta dias (não sei a duração certa) com a seguinte pergunta: "Em que partido pensa ir votar nas próximas eleições autárquicas?"
Bem sei que me vão responder que os resultados foram manipulados, que cada um de nós votou mais do que uma vez, mas a verdade é que as regras foram iguais para todos e num concelho "dito comunista" é sempre gratificante perceber que eles não são invencíveis. Nem que seja num inquérito online...
E isto é só o início.
Houve129 votos.
O PSD teve: 54 (41%);
A CDU teve: 41 8 31%);
O PS teve: 17 (13%);
O B.E. teve: 9(6%);
O CDS/PP teve: 7(5%);
Estou indeciso teve: 1

Em nome do PSD obrigado pela preferência.

quarta-feira, abril 15, 2009

Dissertações - Comente para o «Comércio Seixal...»

Às vezes fico confuso. Confesso que quase acredito no que leio. Não que seja uma pessoa de convicções frágeis, mas porque fui educado para ser crédulo, acreditando no que os outros dizem, porque supostamente o fazem de boa fé.


Ora, depois de ler repetidamente que não sou uma pessoa do concelho, porque não moro no concelho, quase que me esqueço que residi no concelho desde 1979 até 1997, sendo que antes disso, residi também na sobreda em 1978 até julho de 1979.


Ou será que para essas mentes iluminadas Miratejo não é no concelho?


Acontece que para além de desde essa data ter morado em Miratejo, desde que acabei o curso, ou seja toda a minha vida útil activa sempre trabalhei no concelho do seixal (Torre da Marinha), e não foi por falta de opção, pois tenho igualmente um escritório em Odivelas, embora sempre tenha optado por exercer no Seixal, deslocando-me a Odivelas apenas residualmente.


Quando leio o que insistentemente pessoas afectas à CDU (e com responsabilidades) quase me esqueço que chego ao meu escritório por volta das 9h00 e que raramente saio antes das 20h.


Até me esqueço que tendo tantos lugares para estar inscrito no PSD, estou na Secção do Seixal desde que me inscrevi no PSD (fi-lo em Almada, mas mudei de imediato para o seixal...por opção!).


Mais, esqueço-me que já fui candidato a autarca em três mandatos (quatro anos cada) à Assembleia de Freguesia de Corroios, tendo sido eleito em duas (o que perfaz 12 anos, pasme-se!!!).


Esqueço-me que sou autarca da assembleia Municipal do Seixal neste último mandato (mais quatro anos) e que represento o PSD (e o Seixal) na Assembleia Metropolitana de Lisboa.


Esqueço-me que nunca faltei a uma Assembleia Municipal neste mandato e ao longo dos últimos mandatos apenas faltei uma vez por doença (e estou a falar de 3 mandatos como eleito local, ou seja, 12 anos).



Esqueço-me que apresento propostas, participo, não tenho por hábito faltar às reuniões das comissões de que faço parte e, pasme-se, todas elas se realizam no Seixal onde não vivo.


Esqueço-me até que no âmbito da política interna do meu partido, tenho uma reunião quinzenal (ordinária) e dezenas de reuniões de coordenação de grupos, todas elas...no Seixal.


Esqueço-me que muitas vezes chego ao seixal às 9h00 da manhã e saio já de madrugada, quando acabam, por exemplo as intermináveis Assembleias Municipais.


Esqueço-me até que sou o representante de um partido da oposição e a minha oposição (que por acaso é a situação, ou seja, o poder) põe-se a inventar propostas que eu nunca apresentei, mas curiosamente nunca refere aquelas que eu apresento e para as quais certamente não tem resposta.


É nessa altura que me lembro que por não terem resposta, por exemplo às propostas para fazer face à crise económica, às propostas ambientais, ás propostas na área da juventude, às propostas na área da segurança (Polícia Municipal), às propostas para fazer uma campanha multipartidária contra a abstenção, a mil e uma outras propostas, então nessa altura percebo que é mesmo melhor discutirmos onde eu moro, onde voto ou as propostas que nem sequer apresentei, pois essas como saem de umas cabeças assustadas, certamente têm resposta.


Mas a esses disparates, perdoem-me, mas não volto a responder.


E mais, lanço-lhes um desafio: critiquem construtivamente as propostas que aqui apresentei sobre como ajudar as famílias e as empresas do Seixal.


Expliquem porquê que a Câmara do Seixal foi uma das três únicas que não assinou o protocolo com Instituto de Emprego e Formação Profissional para a promoção do emprego?

Aliás, este protocolo está intimamente ligado às medidas que eu tenho sucessivamente incentivado a Câmara Municipal a promover com o IEFP, mas que esta Câmara, ao contrário de outras, tem preferido tomar outra atitude. Grandes preocupações sociais, demonstram estes camaradas...

Depois de me explicarem tudo isto, então vamos lá discutir as propostas que eu não apresentei, mas que até deveriam ser discutidas, o local onde eu moro (não percebo a quem isso possa interessar, mas...) e o local onde eu voto. isso deve melhorar em muito o debate eleitoral e a vida dos Seixalenses
Poderá comentar este tema, para ser publicado no "Comércio do Seixal e Sesimbra" ou pode, optar por comentar o texto que o meu colega de rubrica, amigo e adversário nas próximas eleições autárquicas vai publicar no blogue "Rumo a Bombordo" (Aqui).

Dr. Paulo Rangel


O PSD já escolheu o seu cabeça de lista às eleições europeias.

E escolheu bem! Jovem, culto, trabalhador, inteligente, uma verdadeira promessa política, neste País tão necessitado de novos políticos, sejam eles de que áreas políticas forem.

Estou certo que o seu programa eleitoral será inovador.

Estou certo que defenderá uma Europa forte, que cumpra o seu papel no mundo, que aproveite esta crise para se afirmar como a verdadeira potência que é.

Estou certo que defenderá os pequenos países, entre os quais o nosso, de uma Europa, às vezes ameaçadoramente centrada no eixo franco-Alemão ou na sempre pretensiosa Inglaterra.

Estou certo que apoiará orgulhosamente a recandidatura do Dr. Durão Barroso, não por ser do PSD, mas sim por ser Português, inclusive da margem sul e, ter realizado um bom trabalho.

Estou certo, que este amigo do Seixal, que me honrou com a sua presença no lançamento da minha candidatura à Câmara Municipal do Seixal, não se esquecerá de defender no Parlamento Europeu as assimetrias que a Grande Área Metropolitana de Lisboa ainda sofre, sem embargo de não ser uma área considerada crítica, pelos padrões actuais da União Europeia.

Estou certo que é o melhor candidato e que tudo farei para que obtenha um bom resultado.

Poderá comentar este tema, para ser publicado no "Comércio do Seixal e Sesimbra" ou pode, optar por comentar o texto que o meu colega de rubrica, amigo e adversário nas próximas eleições autárquicas vai publicar no blogue "Rumo a Bombordo" (Aqui).

Nota: por feliz coincidência, os militantes do PSD do distrito tiveram oportunidade de felicitarem em primeira mão o Dr. Paulo Range, pois logo a seguir ao anúncio, houve em Almada um debate subordinado ao tema "Fazer Política no Sec. XXI". Eu diria, o tema e o convidado..na "mouche"!

Bons comentários!

segunda-feira, abril 13, 2009

Sapal de Corroios

Recebi este comunicado, que disponibilizo, aos leitores deste blogue, para conhecimento, análise e comentários
Associação de Defesa do AmbienteAlameda 25 de Abril, 11 – Miratejo - CorroiosTelemóvel: 969594630Informação à comunicação social
Às provocações respondemos com factosNão é de hoje nem de ontem, a culpa é sempre dos outros. Tem sido esta, infelizmente,a postura da Câmara Municipal do Seixal, no que à destruição de um terço do Sapal deCorroios diz respeito, isto apesar de ter autorizado o licenciamento para a construção detanques para a engorda artificial de peixes, senão vejamos:A retirada dos painéis que identificavam a zona como ReservaEcológica NacionalMeses antes do crime ecológico que teve início no mês de Abril de 2001, trabalhadoresda Autarquia retiraram do local placas que identificavam a zona como ReservaEcológicaNacional(asfotografiaspodemservistasemhttp://grupoflamingo.blogspot.com/search/label/Sapal%20de%20Corroios).Questionado na altura sobre este assunto o Sr. Presidente da Câmara explicou àcomunicação social que os painéis foram retirados apenas porque estavam velhos eiriam ser substituídos por outros mais modernos (aguarda-se desde essa altura ainstalação dos novos painéis).Nada sabiam sobre a construção dos tanques para a engorda artificialde peixesA Câmara Municipal do Seixal afirmou que após 14 de Novembro de 1997, data em queenviou à Direcção-Geral de Pescas e Aquicultura o parecer que emitiu em 4/11/97, nadamais lhe foi comunicado por parte das entidades envolvidas no licenciamento das obraspara a instalação dos tanques para a engorda artificial de peixes.Ora tal não corresponde à verdade, primeiro, em, 17 de Julho de 2000, através de ofíciodo Ministério do Ambiente, este comunica ao Sr. Presidente que tinha sido emitida alicença de construções em nome da Viveilis. Segundo, em ofício de 27 de Abril de2001, dirigido ao Sr. Presidente da Câmara, a Viveilis informou que tinha dado início àsobras.Eram contra a instalação da piscicultura no SapalO Sr. Presidente da Câmara do Seixal, afirmou à comunicação social, por diversasvezes, estar contra a construção da piscicultura em terrenos da Reserva EcológicaNacional e passamos a transcrever “independentemente da importância destaactividade económica, ela fere, de forma clara, uma posição que tomámos em 1997,quando a Câmara Municipal emitiu um parecer onde colocava, como questãoessencial, que qualquer tipo de intervenção na área da Reserva Ecológica Nacional,neste caso o Sapal de Corroios, teria que garantir um aspecto essencial que era apreservação, em termos ambientais, do sapal.”Em nota à imprensa datada de 23 de Outubro de 2002, assinada pelo Sr. Presidente daCâmara, pode ler-se “A Câmara Municipal do Seixal reafirma à população quedefenderá intransigentemente os efectivos interesses do Município, no uso das suasatribuições e competências e num quadro de legitimidade democrática. Nestelamentável processo, está em causa o património ambiental que todos têm o dever depreservar e valorizar, dever que é em primeiro lugar responsabilidade daAdministração Pública.”Da actuação da Autarquia neste processo destaca-se pela positiva o embargo efectuadoem 21.08.2001, mas mesmo assim sem efeitos práticos, pois as obras de destruição doSapal continuaram, só terminando em Outubro de 2002, quando a Câmara ordenou oembargo coercivo das obras solicitando para o efeito a presença de uma força deefectivos da Guarda Nacional Republicana (entretanto passaram catorze meses e oecossistema foi destruído).O embargo, a continuação dos trabalhos e as sançõesTendo em conta que a Viveilis não acatou o embargo efectuado em 21.08.2001, e que oprosseguimento dos trabalhos constituiu contra ordenação punível e ainda crime dedesobediência, pergunta-se: A Câmara do Seixal agiu judicialmente contra a infractora?Se sim qual o desfecho do processo? Que consequências sofreu a infractora?A autorização da Câmara do Seixal e o licenciamento do Governo paraa instalação da piscicultura no Sapal permitiram a destruição de umterço da mais importante parcela do património natural do concelhoTal como acordado em reunião havida no dia 31 de Outubro de 2006, na CCDR LVT(quem esteve presente na reunião e que tipo de acordo efectuou?), esta entidadesolicitou à Câmara Municipal do Seixal o parecer tido por conveniente nos termos daalínea c) do n.º 3 do art.º 43.º do regulamento do Plano Director Municipal do Seixal (oque diz esta alínea “São ainda proibidas: A construção de viveiros de peixes semprévia autorização da Câmara Municipal;”, agradecendo que o mesmo seja emitidocom a máxima brevidade tendo em conta que o projecto dispunha de prazos reduzidospara a sua execução.Talvez a divulgação pública do conteúdo dos ofícios n.º 72 de 27/03/2007, da Câmarado Seixal, dirigido ao Sr. Secretário de Estado Adjunto da Agricultura e das Pescas,bem como da resposta deste através do ofício n.º 0827 de 04/04/2007, e outradocumentação trocada entre estas duas entidades ajudasse os munícipes a compreendero interesse súbito da Câmara Municipal do Seixal na implementação da piscicultura, emprejuízo do património natural concelhio.Em 17 de Maio de 2007, assinado pela pena do Sr. Presidente da Câmara do Seixal, éremetido ao Sr. Secretário de Estado Adjunto da Agricultura e das Pescas, um curiosoofício de que transcrevemos o seguinte parágrafo: “Entendemos que importa encontraruma solução de compromisso entre a Câmara Municipal e o Governo para o processodo Estabelecimento de Piscicultura denominado Viveilis, Lda, Sapal de Corroios,Quinta da Bomba (Freguesia de Corroios, Concelho do Seixal) de forma a que possaevoluir sem novos constrangimentos.”Mas pelo que conseguimos apurar, realizaram-se diversas reuniões sobre esta matéria.Assim, gostaríamos que divulgassem publicamente que tipo de acordo foi efectuado nareunião realizada no dia 28 de Maio de 2007 no Gabinete do Sr. Secretário de EstadoAdjunto, da Agricultura e das Pescas.CCDR afirma não ter condições para emitir licença na ausência doparecer da Câmara do SeixalEm comunicação de 25 de Janeiro de 2007, dirigida ao Sr. Presidente da Câmara doSeixal, a Vice-Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional deLisboa e Vale do Tejo, Sr.ª Fernanda do Carmo, informa que a CCDR não terácondições para emitir as licenças na ausência do parecer da Câmara do Seixal, e solicitaa esta que com a brevidade que o assunto recomenda a habilitem com a posição que,sobre o assunto, entendam conveniente.Enquanto uns continuam a defender o Sapal, outros permitem a suadestruição, esqueceram o que disseram e escreveram. Já nãoacreditamos nelesBem sabíamos, desde 2001, que o processo de licenciamento da piscicultura continhamuitas dúvidas e essas iniciavam-se nos organismos da Administração Centralnomeadamente IPIMAR e CCDRLVT. No entanto acreditámos que a posição daCâmara Municipal fosse de contrariar esses contornos dúbios e, junto da população,defendesse o interesse público.Para quem defendia posições como as acima transcritas e outras que na altura foramveiculadas através do órgão oficial da Câmara do Seixal e que consideramos correctas, éno mínimo estranho que em reunião ordinária da Câmara do Seixal de 19 de Dezembrode 2007, por proposta do Sr. Vereador do Pelouro do Urbanismo e EquipamentosMunicipais, Sr. Jorge Carvalho Silva, seja aprovada por maioria com nove votos a favorentre os quais o do Sr. Presidente, a autorização do licenciamento do Estabelecimentode Culturas Marinhas (Piscicultura) cujo requerente foi a Viveilis.Se o projecto, a área em questão e o interessado são os mesmos. O que levou a CâmaraMunicipal do Seixal a mudar de posição? Que interesses poderão estar subjacentes aesta tomada de posição?Cumpram com a palavra dada à populaçãoEm vez de acusarem os ambientalistas de política desonesta, numa espécie de fuga paraa frente, consideramos de imprescindível interesse público que a Câmara do Seixalresponda às perguntas que aqui deixámos formuladas e torne público o acordo efectuadocom o Governo, que teve como consequência imediata a destruição de 17,3 hectares doSapal de Corroios.Por uma questão de formação e cultura, recusamo-nos liminarmente a responder aprovocações, mas podem contar com o nosso empenhamento para denunciar e lutarcontra as práticas daqueles que julgam e utilizam as pessoas como descartáveis.A terminar e como a nossa memória ainda não foi reduzida a cinzas, convidamos o Sr.Presidente da Câmara do Seixal a responder aos 1613 munícipes que através de abaixo--assinado remetido à Autarquia em 12.02.2009, se sentem defraudados e indignadoscom actuação do executivo camarário no que ao Sapal de Corroios diz respeito,exigindo que cumpra com a palavra dada à população.
Miratejo, 10 de Abril de 2009A Direcção

domingo, abril 12, 2009


A todos (sem excepção) leitores deste Bolgue, desejo uma Páscoa Feliz

sexta-feira, abril 10, 2009

Informação

Retirado de um comentário.
Pertinente.
ABSTENÇÃO NÃO disse...
AVISO AOS CIDADÃOS ELEITORES As alterações introduzidas ao Recenseamento Eleitoral pela Lei n.º 47/2008, de 27 de Agosto, promoveram diversas medidas de simplificação, com destaque para a inscrição automática de eleitores no recenseamento. Assim:Os cidadãos portadores de Cartão de Cidadão ficam automaticamente inscritos na freguesia correspondente à morada que tenham indicado no pedido do referido cartão. Os cidadãos detentores de Bilhete de Identidade válido que nunca se tinham inscrito no recenseamento eleitoral foram automaticamente inscritos na freguesia da residência indicada no Bilhete de Identidade. Os jovens de 17 anos foram igualmente inscritos, podendo votar se, à data do acto eleitoral, já perfizeram 18 anos. Verifique o seu número de eleitor/a, bem como a freguesia onde vota.Pode utilizar um dos seguintes meios:consulte via Internet www.recenseamento.mai.gov.pt envie um SMS para 3838 informe-se na respectiva Junta de Freguesia. Divulgue esta informação, vamos combater a abstenção.

terça-feira, abril 07, 2009

ÁGUA: GESTÃO PÚBLICA E/OU PRIVADA

Rubrica do "Painel Parlamento" num dos últimos números do Jornal "Sem Mais", da autoria do deputado Luís Rodrigues.

SEM MAIS JORNAL
ÁGUA: GESTÃO PÚBLICA E/OU PRIVADA
A.R., 25 de Março de 2009
PERGUNTA: Considera que a ÁGUA, deve continuar no domínio da gestão pública, pelos municípios ou as soluções empresariais, privadas (já existentes em Setúbal por exemplo), devem ser uma possibilidade a considerar e a seguir?
Por ser um recurso básico essencial a água deve ter, por princípio, um controlo público.
A participação de empresas privadas na gestão da água deve ser analisada caso a caso, pois cada município tem características diferentes, podendo e devendo adoptar as soluções mais vantajosas para as populações.
Alguns partidos políticos têm dogmas relativamente à iniciativa privada, mas eu defendo que, sempre que as entidades públicas, que têm a competência de prestar o serviço público de abastecimento de água, entendam que os privados podem prestar determinados serviços de uma forma mais vantajosa, então devemos encontrar caso a caso o seu grau de envolvimento.
Compete aos Governos e às Câmaras Municipais celebrarem com as empresas privadas contratos que defendam de facto o interesse público.
A maior parte dos erros apontados nas parcerias público-privadas têm origem em contratos mal elaborados, mal executados e pouco ou nada fiscalizados.
A vantagem e a desvantagem da participação da iniciativa privada na gestão da água só depende dos poderes públicos.

sexta-feira, abril 03, 2009

Entrevista ao semanário "O semanário" na rubrica "Do Avesso"

Desta vez deixo-vos com uma crónica “do avesso” da autoria da jornalista Mafalda Soares no jornal semanário “O Semanário” publicado hoje.

Como habitualmente submeto à vossa apreciação, análise e comentário.



A crónica completa pode ser encontrada neste link.

quinta-feira, abril 02, 2009

"Vitória da táctica sobre a estratégia"

Deixo-vos com este texto escrito pelo meu companheiro de partido, Eng. Fernando Vinhas (Franklim), membro da Assembleia de Freguesia de Fernão Ferro, e que foi publicado no último n.º do "Jornal do Seixal", para, como habitualmente vossa leitura análise e comentário:

Vitória da táctica sobre a estratégia
Há uma tendência nas sociedades contemporâneas para sujeitar o calendário político ao calendário mediático. Os políticos tendem a sacrificar aquilo que é importante fazer e pode dar mais frutos a prazo ao que é mais facilmente mediatizável, que pode dar mais frutos imediatos. Ora isto significa a vitória da táctica sobre a estratégia. Governa-se para obter pequenas vitórias, para alcançar êxitos a curtíssimo prazo, sem curar de saber se essas vitórias são o melhor caminho para garantir o futuro. Planeia-se acção governativa a pensar no instante que passa e não no dia de amanhã. Projecta-se a actuação política para ganhar eleições. O exemplo mais caricato desta forma de fazer politica são as melhorias feitas pelas autarquias - Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia - nas vésperas das eleições – estradas, jardins, parques infantis, pavilhões, relvados sintéticos, etc. – que, depois, ficam ao abandono durante quatro anos, voltando-se ao principio nas eleições seguintes. É esta, de resto, uma das diferenças mais nítidas entre os países mais ou menos desenvolvidos: a existência ou não de manutenção, a capacidade para manter as coisas permanentemente arranjadas e a funcionar. Nos países do norte da Europa, ainda agora acabo de chegar da Holanda, por exemplo, a manutenção é contínua, tudo funciona, as ruas, as praças estão limpas e as coisas têm constantemente bom aspecto. Os países africanos situam-se no outro extremo. Aí, nada funciona. Os edifícios, depois de construídos, são deixados ao abandono: os elevadores deixam de trabalhar, os vidros partem-se e ninguém os substitui, as canalizações avariam-se e as casas deixam de ter água e esgotos, as casas de banho deixam de ser utilizadas. Há automóveis parados nas ruas por falta de peças. Certos lugares em Portugal estão a caminho: os problemas de manutenção e conservação não assumem a gravidade que atingem em África, mas verifica-se uma distância muito grande em relação à eficácia dos europeus do Norte.
No Seixal, concretamente em Fernão Ferro que conheço bem, enfrenta dois tipos de problemas: por um lado, não consegue funcionar bem no dia-a-dia, manter as coisas limpas e os serviços oleados; por outro lado, mostra dificuldade em planificar à distância, em definir políticas de médio e longo prazo que ultrapassem o ciclo eleitoral. Em quatro anos de governação não se consegue inaugurar um único equipamento importante para a Freguesia, dos vários eternamente prometidos. Ficamos pois numa espécie de limbo, de terra de ninguém, onde não conta nem o dia-a-dia nem um horizonte que vá além das próximas eleições. Nada interessa muito – desde que no ano (ou até no mês) das eleições haja dinheiro no bolso dos eleitores e se façam muitas inaugurações, o que repito, lamentavelmente não vai acontecer na nossa terra. Os anos anteriores interessam pouco. E o dia seguinte às eleições também não importa.
Franklim Fernando Vinhas
Membro eleito pelo PSD à Assembleia de Freguesia de Fernão Ferro

quarta-feira, abril 01, 2009

Seixal Terra de Abril

Nota: a crónica que se segue foi escrita no e para o dia 1 de Abril, como se sabe, dia das mentiras. Esperemos que que ninguém leve a mal a brincadeira a que me associo.
Qualquer semelhança com a realidade do Seixal é CERTAMENTE "pura coincidência":
Promovendo o excelente exercício da gestão comunista, aliás, internacionalmente reconhecida, o Presidente da República, alterou a localização das comemorações do 25 de Abril, precisamente para o Seixal.

Em nota de Imprensa distribuída à comunicação social e que o "Revolta das Laranjas" teve acesso em primeiríssima mão, pode ler-se que "atendendo à excelência da qualidade de vida dos Seixalenses, que figuram como sendo habitantes na cidade com mais qualidade de vida no País, e uma das melhores do mundo, com a maior taxa de aproveitamento escolar do país, um hospital de que os Seixalenses se orgulham, portanto com uma cobertura na área da saúde invejável, para além da cobertura de médico de família a 100% da população, uma rede de saneamento básico exemplar, onde as constantes e ininterruptas queixas de maus cheiros estão ultrapassados, uma rede viária, de fazer inveja a qualquer cidade europeia, à profunda limpeza da Baía, que a tornou em poucos anos como a mais apelativa e visitada da Europa, muito por força do forte investimento da Câmara Municipal no Turismo e na criação de infra-estruturas para desportos náuticos e de lazer.

Em Nota de Imprensa destacou-se igualmente o facto de a CDU ter sido sensível à oposição e ter, entre muitas outras medidas propostas e aceites, baixado o IMI e a Derrama, proporcionando num momento de forte retracção da economia, algum desafogo financeiro às famílias e empresas do Seixal.

Mais, refere o enorme esforço da Câmara Municipal na criação de um espaço ao ar livre, onde as famílias possam passear, praticar desportos naturais, radicais, andar de bicicleta (com a rede de ciclovias de que tanto nos orgulhamos).

Eram tantos os outros os pontos a enaltecerem a qualidade da gestão comunista, que, num gesto singular da democracia portuguesa o Presidente da República entendeu alterar o local oficial das comemorações do 25 de Abril e também do próximo Dia de Portugal e homenagear dessa forma quem foi o mentor deste progresso e desenvolvimento.

Entretanto, pode comentar este texto para o "Comércio do Seixal e Sesimbra", a ser publicado na próxima sexta-feira em edição papel e, podem comentar igualmente no Blogue "Rumo a Bombordo" do Vereador Samuel Cruz (Aqui)

Esta referência, merece-me um breve nota: mantenho esta recomendação, indo contra o mais íntimo desejo de muitos afectos ao Partido Comunista, que nunca compreenderam que em Política os adversários também podem ser, cordatos, urbanos e, porque não (?), amigos.
Nós combatemos ideais, modelos de desenvolvimento, modelos de desenvolvimento, modelos políticos, não nos combatemos uns aos outros. Aliás, para os Seixalenses é bom que os seus representantes tenham um denominador comum: O Seixal.

Mais, devem compreender que aceitámos o desafio de fazer política numa crónica conjunta, em que os pontos de vista de cada um (portanto, diferentes) são explorados, comentados, dissecados, ou seja, para além do que supra se referiu, há uma obrigação de cumprir o compromisso assumido, quer entre nós, quer com o jornal.
Isso faz de nós irmãos siameses, como alguns responsáveis do partido comunista dizem?
Isso faz de nós defensores de uma coligação eleitoral?
Isso inibe-nos de defender os nossos partidos, os nossos pontos de vista, as nossas políticas?
Tenham dó e não se esqueçam, o 25 de Abril já foi em 1974. Estamos em 2009. O tempo não passou por vós?

terça-feira, março 31, 2009

Mais um contributo do PSD Distrital para atenuar a crise

Esta carta foi enviada pelo Presidente da Comissão Política Distrital, Dr. Bruno Vitorino, ao Sr. Presidente da Câmara Municipal do Seixal.
Deixo-a para vosso conhecimento, análise e comentário
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara
Municipal do Seixal
Portugal atravessa momentos difíceis com uma crise económica e financeira que parece longe do seu fim.
Esta crise, que muitos consideram das mais graves de sempre, tem reflexos dramáticos do ponto de vista social.
O Distrito de Setúbal, não obstante muitos e bons exemplos, tem uma estrutura social e um tecido económico frágil, pelo que os efeitos da crise sentem-se de forma mais intensa. As famílias e as empresas atravessam momentos difíceis e exasperantes. Exige-se ao poder político, uma particular sensibilidade social e capacidade de decisão e acção rápida e eficaz, para que as consequências possam ser minimizadas.
Exige-se ao Governo, e com razão, medidas mais eficazes e céleres. Contudo, também o poder político local tem um papel importante a desempenhar.
Sabendo que os recursos das autarquias não são ilimitados é uma questão de opção e de coragem política saber abdicar de um ou outro hábito, em compensação de um conjunto de medidas que sendo da competência das autarquias ajudem, no imediato, e durante o tempo estritamente necessário, quer famílias, quer empresas.
Pequenas medidas podem ajudar a fazer a diferença.
Neste âmbito, podem ser implementadas determinadas medidas com o objectivo de ajudar as famílias e empresas do Concelho, no combate à actual crise económica e social, com efeitos imediatos e para vigorarem enquanto as condições de crise se mantiverem e se considerar importante a sua vigência, a exemplo do que tem sido feito por vários municípios do país.
Deste modo, permitimo-nos propor a V. Exa. a adopção pelo Município de um conjunto de medidas concretas, que nos parecem fazer todo o sentido no actual cenário de crise.
Medidas com incidência directa nas famílias:
- Redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)
- Isenção do pagamento das tarifas municipais de água para pensionistas e idosos, para famílias de baixos rendimentos e redução até 50% para as famílias numerosas;
- Criação do “Ponto Solidário” – loja social destinada à recolha de produtos não perecíveis de 1ª necessidade, roupa e produtos de higiene para serem distribuídos à população mais necessitada;
- Isenção do pagamento de refeições nas escolas básicas para crianças cujos pais se encontrem em situação financeira difícil;
Medidas com incidência nas empresas:
- Nos termos da Lei, privilegiar as empresas locais no fornecimento de bens e serviços ao Município;
- Reduzir ou isentar o pagamento de taxas municipais no corrente biénio, com o objectivo de se fixarem novas empresas e /ou investimentos no Concelho para se criarem novos postos de trabalho;
- Congelar o aumento das taxas de urbanização e edificação e de outras taxas;
Este é um conjunto de medidas, que a par de outras, poderão ser implementadas por Vª Exa. para ajudar a minorar os efeitos da severa crise que o País atravessa. O objectivo desta carta tem esse propósito: apelar à sensibilidade de Vª Exa. para a necessidade do poder político local ter um papel activo na ajuda às famílias e empresas que têm sentido os efeitos da grave recessão que se encontra instalada.
Na expectativa de que tal possa acontecer, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,
Sem outro assunto de momento,
Setúbal, 27 de Março de 2009
O Presidente da Distrital de Setúbal do PSD
Bruno Vitorino

sábado, março 28, 2009

"Deturpações"

Sou naturalmente distraído.

Quem me conhece sabe que sou brutalmente distraído. Por isso, quando vejo alguém a olhar para mim, parto sempre do princípio que é alguém que já conheço, não sabendo de onde, e por isso, para não parecer mal educado, indelicado ou até snob, tento retribuir o cumprimento.

O pior é que nem sempre é um cumprimento, pois com a exposição a que estou sujeito, quer com os outdoors, jornais, revistas e televisão, a verdade é que nem conheço pessoalmente a maioria dessas pessoas e elas estão a olhar para mim porque me estão a reconhecer de algum lado.

Vem isto a propósito da exposição. Confesso que não estou habituado, assim como me habituei ao longo dos últimos anos a escrever crónicas para jornais, revistas e rádio, a escrever posts neste blogue e noutros, onde me convidam, sem nunca me preocupar demasiadamente com o facto de essas palavras serem descontextualizadas.

Entendamo-nos: escrevo o que sinto, o que penso e, sobretudo, para memória futura. Escrevo-o tão convictamente que dou a cara, assino, publico e deixo no blogue, tudo o que escrevo e, tudo o que é publicado sobre mim.

Mais, desafio qualquer pessoa a ir ao arquivo e ver o que escrevi sobre todos os assuntos desde que escrevo para jornais.

Dou-me ao "luxo" de re-publicar coisas escritas há anos, para demonstrar a força e razão das minhas convicções.

Porém, nunca me entendi como o dono da razão e, sempre pugnei, e até desafiei, o contraditório. Durante anos, tenho tido neste blogue, alguns contra-argumentos de elevado valor. Aliás, diria que este blogue tem alguma qualidade, desculpem-me a imodéstia, devido sobretudo à discussão de ideias e conceitos que nele tem sistematicamente acontecido. são os vossos excelentes comentários que têm alimentado este blogue.
O que eu não estava habituado, à semelhança de andar incógnito na rua, era que, desde que fui apresentado como candidato, todas as palavras (disse bem, palavras) que digo, sejam distorcidas, manipuladas, descontextualizadas. e essa realidade é assustadora.

Sei que me vou habituar, assim como hoje em dia me habituo a que olhem para mim na rua e me apontem o dedo por me reconhecerem. O problema é que num caso e noutro, perde-se espontaneidade. Mas admito que é o preço a pagar pela exposição.

No fundo, deixo aqui um alerta a todos os que me lêem: Os elementos do Partido Comunista (e digo estes, porque são os que se acusam) à falta de melhores argumentos, ou melhor, à falta de argumentos para o contraditório, vão aos textos, procurar erros, contradições, etc.

Como, infelizmente para eles, não os encontram, então põem-se a inventar que eu disse, o que não disse.

Também admito que o Blogue "Seixal Sim" precise de alguma publicidade, por isso, num gesto de boa vontade, deixo aqui o link (Aqui), no entanto, aos seus autores, lanço o desafio e repto de, quando quiserem polémica, ou mais leitores, basta dizerem que eu, e o Samuel certamente, também lhes fazemos um link directo nos posts, como fazemos na nossa rubrica do jornal (facto que tanto os incomoda), em vez de tentarem promover a discussão nesse blogue com contra-informação ou mentiras, como é o caso, mas por favor, não mintam, desvirtuam, coloquem palavras na nossa boca. Isso é feio. Anti-democrático, não contribui para o esclarecimento da população. Não dignifica sequer o vosso partido, que tem gente que certamente não aprovará essas práticas desonestas:

Dr. Paulo Silva, concedo-lhe o privilégio de colocar a sua resposta em posts e, assumo fazer um comunicado de imprensa local, se provar o que diz:

Onde viu, ouviu ou leu, que eu e o Samuel apresentámos alguma proposta conjunta sobre o Estádio Municipal ou sobre uma só equipa no Seixal?

A sua frase é esta: "Face a estas afirmações, fez-se luz, ou seja o que Paulo Cunha e Samuel Cruz propõem é a construção de um Estádio destinado à criação de um grande clube de futebol, ou seja o Estádio não seria para os clubes existentes, mas sim para um novo clube a criar… e onde seria esbanjados milhões de euros.O que estes senhores propõem"
O que pretende com isto? lançar a ideia (errada) de que temos uma ideia conjunta. Que a proposta é complementar. Que é pensada em conjunto!

Dr. Paulo Silva, como o tomo por uma pessoa inteligente, que sei que é, e bastante criteriosa nas palavras, fruto da sua intensa actividade política na AM e. sobretudo, da sua profissão, concluo que quando escreveu isto, sabia bem do que estava a falar. Ou então estava de má fé. Estaria?

Onde defendo eu um clube único para o Seixal? Onde me ouviu a mim, ou a algum responsável do PSD Seixal falar ou escrever sobre o Estádio Municipal? Com que legitimidade, o Sr., que é deputado Municipal, logo, tem responsabilidades acrescidas, e é ouvido com todo o respeito, afirma o que acabei de transpor? Pior do que deturpar, como consegue com tanta leviandade lançar a contra-informação desta forma despudorada? E nas nossas "barbas"?

Entendamo-nos: embora se trate de uma crónica de uma revista de desporto, num formato light e descomprometido, acho legítimo questionar-me se de facto penso construir uma grande equipa no Seixal ou se não passou de conversa de circunstância. Agora o que não acho legítimo é afirmar convictamente algo que eu não disse.

Qualquer dia, cumprimento alguém com um "bom dia" e se chover ou fizer muito frio, sou acusado de ter prometido um dia bom e não ter cumprido. pois é, caro Dr. Paulo Silva, ilústre colega, também sei jogar com as palavras.

Fica o desafio e, se quer ter o prazer de me ver retratar publicamente, aceite-o e justifique o que afirma.
Senão, da próxima vez pense duas vezes antes de escrever disparates. Descupe-me, mas não me ocorre nada mais simpático, pois o que escreveu ou é um disparate (todos temos o direito de ser menos felizes, às vezes), ou fruto de pouca inteligência (e já disse que sinceramente não creio que seja o seu caso) ou má-fé. Prefiro a primeira, até pela consideração que me merece.

Um bom fim-de-semana para todos os leitores deste blogue.

sexta-feira, março 27, 2009

Coincidências


Hoje, para descomprimir um pouco, deixo-vos uma crónica que escrevi para a revista "O Praticante", no seu último número, disponível nos cafés, lojas e demais locais.



"Cheguei ligeiramente atrasado. Infelizmente é habitual. Digo infelizmente por sou uma pessoa que estimo muito a pontualidade, mas como sou irremediávelemente optimista e, como marco dezenas de coisas seguidas, acredito piamente que vou conseguir. Cumpro quase sempre, tenho é de andar sempre stressado. E foi por tentar cumprir, que cheguei um pouco atrasado ao jantar, mas muito stressado.
Lugar reservado, mesa central, toda composta, mil desculpas, afogueado, conversas animadas, pronúncia brasileira. De repente, parece-me ser uma voz familiar, olho à esquerda, mesmo à minha frente, eis que é ele. Não resisto. Uma observação nada vulgar em mim: aponto e digo, olha o ...
Como está, sou seu fã! Aliás, curiosamente estive com ele, viajei com ele, não com ele, mas junto a ele quando há coisa de dois anos o Benfica foi jogar a Barcelona. Coincidências do destino ele lá estava na fila de trás da minha. Se tivéssemos combinado não acertaríamos tanto. Regresso de Barcelona, frustados, pois todos sentimos que podíamos ter passado a eliminatória. Recordo-me de termos trocado algumas palvras, quer no estádio, quer quando voltámos a ficar próximos no avião de regresso.
No referido jantar, disse-lhe que foi dos poucos ídolos que tive no desporto. Admirava a sua bravura, o seu profissionalismo, o seu benfiquismo. Disse-lhe que houve duas vezes em que torci ostensivamente contra ele: quando ao serviço do marselha, ele foi igual a ele próprio, viril, agressivo, profissional. Felizmente perdeu. Recordei-lhe. Ele riu. Felizmente. Aquela mão do Vata...lembram-se?
Das últimas hiper-alegrias que tive no velho estádio da luz, completamente esgotado. Fui para lá à tarde, como sempre fazíamos. Levávamos merenda, cartas, rádio e sabe-se lá mais o quê, mas o futebol era vivido com uma paixão, intensidade e prazer que hoje não se consegue descortinar.
Falámos ainda de um Benfica-Porto em que ele e Fernando Couto (outro grande jogador) foram os protagonistas. O Couto foi expulso. Ele sorriu. Lembra-se bem disso. Imagino...
Ainda tivémos tempo de falar do Mourinho, de quem ele foi adjunto, do Benfica actual, de política e, imagine-se...do obama. Pudera, ele virou-se para o vizinho do lado e disse, “Oh cara, esse cara aí parece mesmo o Obama”. O cara aí era mesmo eu. Eu respondi-lhe, “Mozer, é algo que ninguém ainda me tinha dito”. Foi a risada geral. Vocês certamente perceberão porquê.
Falámos de um projecto para fazer um grande clube de futebol no Seixal. Mostrou-se interessado. Disponível até. Ficámos de falar.
A vida é curiosa. Um jantar. Várias pessoas. Temas diversos: futebol, claro, política, concerteza, não estivesse na mesa um ex-presidente da Câmara de Odivelas e um candidato à Câmara do Seixal, Direito, também! Restauração, turismo, áreas de intervenção do meu parceiro de conversa, Angola também, pois ele treinou lá uma equipa. Crise. Uiii, a crise!!! Mudemos de assunto. E mudámos. Mal, por mal, lá voltámos ao nosso Benfica. Prefiro a nostalgia do doce perfume do grande Mozer e Ricardo Gomes. Que dupla de centrais!!!
Terminei dizendo, obrigado Mozer. Até sempre. Havemos de nos reencontrar"

segunda-feira, março 23, 2009

Medidas Propostas PSD Seixal combate crise famílias e empresas do concelho

O PSD, através da Nota de Imprensa que se segue, apresentou um conjunto de medidas concretas para combater a crise nas famílias e empresas do concelho.
Mais, preconizamos que a CDU numa atitude altruísta e reveladora da importância que esta crise tem, nos ajude a defender junto do executivo municipal, a suspensão do boletim Municipal durante os anos de 2009 e 2010, canalizando essas verbas para as medidas ora apresentadas, ou outras que se revelem ir ao encontro das necessidades da população.
Neste aspecto, como em outros, o PSD Seixal, tem uma atitude pragmática, não fundamentalista ou arreigada de conceitos ideológicos, onde, antes de mais nada, está a salvaguarda dos interesses da população e, se a CDU ou outra qualquer força partidária propuser outras medidas que defendam melhor a população, seremos os primeiros a subscrever essas medidas.
Não podemos é ficar parados a ver a aflição de centenas e centenas de famílias!
Não podemos é ignorar que as famílias não comem "Boletins Municipais". Comem Pão!
Não podemos é ignorar que muitas outras verbas estão a ser mal aplicadas e, defenderemos intransigentemente que essas verbas sejam "desviadas" para fins sociais. Medidas excepcionais para uma crise excepcional. Se o executivo não percebe isso, todos nós temos a obrigação de o fazer perceber. Podemos começá-lo por aqui, comentando.
Pode também comentar, como habitualmente, no blogue do Vereador Samuel Cruz, "Rumo a Bombordo" (Aqui).
Bons comentários.
NOTA DE IMPRENSA
A crise económico/financeira reconhecida de todos, tem deixado dezenas de famílias e empresas no limiar da sustentabilidade.
Ao Estado Português cabe aplicar um conjunto de medidas que visem ultrapassar, combater ou simplesmente atenuar essa crise, contudo, ao poder autárquico não deve caber um papel meramente passivo naa observação desta crise sem precedentes na história recente.
Paralelamente o Estado Português dotou as autarquias com um conjunto de medidas, que lhe permitem gerir o orçamento, desde a possibilidade de alteração do IMI, Taxas de Derrama e outras Taxas, como a Publicidade, por exemplo.
Sucede que, contra a posição oportunamente assumida pela oposição, o executivo da Câmara Municipal do Seixal, suportado pelo Partido Comunista e que se arroga de defensor dos trabalhadores, optou por não baixar nem o IMI, nem a Taxa de Derrama, prejudicando gravemente as famílias e as empresas locais.
Simultãneamente esta semana comemora pomposamente a 500.º edição do Boletim Municipal, que custa aos munícipes mais de € 400.000,00 anuais (não incluindo os custos com pessoal) e de para além do mais servir, não como um órgão informativo ao serviço da população, mas como um órgão de propaganda ao serviço da maioria absoluta que o controla.
Pelo exposto, o PSD/Seixal vem exortar o executivo da cãmara Municipal do Seixal a suspender o Boletim Municipal, com efeitos imediatos, poupando-se largos milhares de Euros, que seriam canalizados para Medidas Urgentes de Apoio às Empresas e Famílias mais carênciadas, muitas delas aplicadas já noutras câmaras municipais. A saber:
· Na saúde, comparticipação em medicamentos, pagamento da vacina da gripe, sobretudo a idosos, ajuda em tratamentos e consultas, nomeadamente facilitando os transportes.
· Nos transportes, comparticipação em passes sociais a desempregados, ou famílias com fracos recursos, mediante comprovativo e regras a fixar.
· Na educação, as ajudas às famílias com filhos a estudar, seja em que fase do ensino for, são muitas, e vão das bolsas de estudo aos passes, refeições e livros escolares.
· Nas medidas de apoio mais directo às famílias desfavorecidas encontramos vários fundos constituídos para o efeito, por exemplo, criação de uma loja social para recolher donativos em produtos não perecíveis, recolha de roupa e alimentos para redistribuir pelos mais necessitados, descontos nas farmácias, clínicas, supermercados e comércio local, vales de alimentos de 5, 10 ou 15 euros e criação de cantinas sociais e ainda apoio financeiro ás famílias às famílias comprovadamente carenciadas no casamento e nos nascimentos.
· Agilizar os seus serviços de Acção Social criando, para tal, um Banco de Recursos. Este projecto, que promove e articula várias valências a partir do Gabinete de Acção Social da autarquia, pretende centralizar num só local todos os serviços prestados pelo Gabinete de Acção Social da Câmara Municipal para que os munícipes possam encontrar assim, nesse local, respostas para todos os seus problemas sociais.O Banco de Recursos irá funcionar nos serviços de Acção Social da autarquia e pretende, assim, centralizar num único local os serviços prestados pelo Gabinete de Acção Social da Câmara Municipal. Trata-se, portanto, de um projecto que articula as várias valência sociais a partir do Gabinete de Acção Social da autarquia, mas que conta também com o envolvimento e a participação das entidades parceiras da Rede Social. A ideia é proporcionar aos munícipes um local onde possam encontrar todas as respostas para os seus problemas sociais.O objectivo principal deste projecto é, pois, disponibilizar aos cidadãos os recursos materiais e humanos necessários para responder com eficácia aos problemas sociais diagnosticados no concelho, apostando, para tal, numa centralização dos serviços sociais prestados pela Câmara Municipal. Desde o Rendimento Social de Inserção à Acção Social Escolar, Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante, do Registo de Cidadãos Comunitários à Rede Social e Habitação Social, são vários os serviços já prestados pela autarquia. Todavia, a Câmara Municipal quer melhorar ainda mais a sua prestação nesta área e deverá implementar, a curto prazo, novas respostas sociais, como a Bolsa de Voluntariado, bem como os outros serviços - a Tele Assistência, a Loja Social e o Apoio Sénior
Seixal, 23 de Março de 2009.
O Presidente da CPS - (Paulo Edson Cunha)

sexta-feira, março 20, 2009

Serviço Público

Para vosso conhecimento, análise e comentário.

Expeça-se
Publique-se
/ /
O Secretário da Mesa

REQUERIMENTO Número /x (.ª)

PERGUNTA Número /x (.ª)
Assunto: PROJECTO DO ARCO RIBEIRINHO SUL- Proposta de plano estratégico
Destinatário: Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional
De: Deputado Luís Rodrigues (GP/PSD)
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República,
O Governo liderado por Durão Barroso tomou a iniciativa politica de lançar o projecto integrado de requalificação e revitalização das grandes áreas industriais localizadas na margem esquerda do Rio Tejo, nomeadamente da Margueira (antiga Lisnave), em Almada, da Siderurgia Nacional, no Seixal, e da Quimiparque no Barreiro.
Mais recentemente, este Governo pretendeu relançar esse mesmo projecto e através da Resolução de Concelho de Ministros n.º 137/2008, publicada a 12 de Setembro, nomeou um grupo de trabalho na dependência do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.
O grupo de trabalho, constituído por representantes do Ministério das Finanças e da Administração Pública, do Ministério da Defesa Nacional, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, do Ministério da Economia e Inovação, do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Secretaria de Estado da Administração Local, tinha por missão elaborar, no prazo de 90 dias, uma proposta de plano estratégico.
A 13 de Fevereiro é publicada na comunicação social local informação relativa ao referido plano estratégico que até esta data não é do conhecimento público.
Relativamente à área da antiga Siderurgia Nacional, essa notícia refere que o relatório identifica diversas condicionantes que “dificilmente são conciliáveis”, “como o caso de unidades de indústria pesada instaladas nestas áreas”.
A mesma notícia afirma que a proposta indica factores a considerar futuramente, como a “opção por soluções adequadas do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, social e económica destes territórios, que pode traduzir-se no encerramento ou deslocalização de actividades, pode ampliar a complexidade dos processos negociais bem com condicionar ou comprometer a viabilidade económica das operações”
É importante conhecer as opções estratégicas do Governo para estas áreas industriais, nomeadamente quanto à manutenção ou deslocalização das industrias pesadas da antiga Siderurgia Nacional.
Será que o Governo pretende construir novas urbanizações (habitação) em locais altamente contaminados, nomeadamente o vazadouro III da SN? Esta eventual opção do Governo de construção mais habitação na margem sul em detrimento de industrias estratégicas de âmbito nacional? Será que as autarquias envolvidas aceitam acabar com centenas de postos de trabalho da indústria transformadora que geram riqueza?
Para que o debate sobre a orientação estratégica deste vasto território no centro da Área Metropolitana de Lisboa se realize é importante que o Plano Estratégico seja público.
Sendo uma matéria de grande relevância, considero ser meu dever requerer ao Governo cópia da proposta do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul elaborado pelo grupo de trabalho tutelado pelo Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento do Território.
Nestes termos, requere-se ao Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da República Portuguesa e do Regimento da Assembleia da República, que seja entregue com a maior urgência cópia da proposta do Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul elaborado pelo grupo de trabalho interministerial.
Palácio de S. Bento, 11 de Março de 2009
O Deputado
Luís Rodrigues

quinta-feira, março 19, 2009

Feliz dia do Pai

Hoje (há duas horas atrás), pelo contrário, tive aquilo a que se chama um acordar de sonho.
Liberto de pesadelos de outros filmes, levei muitos beijinhos e, enquanto não acordei para a realidade da vida e abri os meus presentes feitos na escola, os meus filhos não me largaram.
Um sorriso enternecido. Um olhar ansioso tentando descortinar se gostei ou não e uma frase mágica...feliz dia do pai.
Já devem ter reparado que adorei. Enfim...

Para quem for Pai, também deixo o meu voto de um dia feliz.

quarta-feira, março 18, 2009

Pesadelo


Tive um pesadelo incrível. Desculpem-me compartilha-lo convosco, mas com quem mais fazer. Não se esqueçam, foi um terrível pesadelo e não corresponde à realidade. Qualquer extrapolação que façam disso, ficará sob a vossa responsabilidade.
De repente era um herói. Bem sei que vos disse que era um pesadelo e não um sonho. Mas sim, era um herói. O problema é que apenas era herói na cabeça dos meus adversários. Eles teciam teses conspirativas ao mais alto nível. Eu era dono de jornais, era o autor dos mais influentes blogues dessa cidade. Sei lá, eles até chegaram a dizer que eu comprei o Balsemão para aparecer nas notícias. Em boa conta me tinham esses adversários. O pior do sonho e que o tornou num pesadelo foi quando eles, temendo a sua própria sombra, decidiram contra-atacar. Engraçado que só contra-ataca quem é atacado, mas não, estes impregnados de falsas certezas decidiram criar novas regras de convivência social.
E eis senão quando nessa cidade longínqua o medo se instalara. As pessoas incomodadas e tementes ao que delas pudessem pensar, não ousavam sair das suas casas. O império estava prestes a ruir. Contudo, num assomo de derradeira demonstração de força, o Rei e Senhor da terra lançara mão do seu último recurso. Difame-se. Difame-se muito, pois com sorte acertaremos em alguma das coisas que dissermos. Não se difame apenas a quem tememos. Difame-se os seus amigos, os amigos dos amigos. Todos que não pensem como nós.
Não se sabe onde a estratégia foi decidida. Se numa magna reunião, se num milenar almoço, mas sabe-se que ela estava implementada. Comecem por ameaçar, eles acobardam-se. Foi assim dito.
Mas não. Os opositores não se deixavam levar por simples ameaças e continuavam fortes e destemidos. Pior. Muito pior, estavam a arregimentar cada vez mais pessoas para a sua parte. Aos poucos todos iam percebendo e isso assustava-os. A ambos os lados. As coisas clarificavam-se.
Todos sabiam que era uma luta desigual: a força da razão contra a razão da força. Há sempre os que temem represálias. É humano. A razão da força por norma prevalece, mas a força da razão acaba sempre por vencer. É uma questão de tempo. Todos o sabemos!
A verdade é que a fase um da estratégia não resultou e passou-se de imediato à fase dois. Difame-se. Identifiquem-se os alvos. Procure-se pontos fracos e toca a disparar. Foi o que se ouviu.
Observadores atentos do fenómeno dizem que costuma resultar. Não se pode ter telhados de vidro. Em bom rigor, não se pode ter telhados sequer. Melhor, se quisermos ser honestos, nem se pode existir. Temos de pedir licença ao Sr. Todo-Poderoso por e para respirar. Ele é magnânimo e concede. Discordar é que não. Isso é subverter o sistema. E se houver quem acredite nessa pessoa? Não, muito arriscado. Dantes ainda se disfarçava, mas agora a vida não está para esses pruridos. Difame-se.
A população incrédula recolheu aos seus humildes casebres. Tudo podia servir de mote. E se nos cruzássemos com algum desses perigosos subversivos?
E se o cumprimentássemos em público? Impensável. Mas e se ele nos cumprimentar? Ora, se o Sr. Juiz Mortágua conhece a tabela com que os árbitros são “comprados” e até o afirma despudoradamente num tribunal, porque não há-de haver uma tabela de sanções para quem for visto com o subversivo agitador?
Da minha parte, estou de acordo. Cumprimentar com um “bacalhau” dá origem a chicotada pública. Dar dois beijinhos, pode ser entendido como um sinal de forte afectividade, denunciador de outro tipo de cumplicidades e isso tem de dar origem a uma pena muito mais severa.
E jornalistas serem apanhadas numa esplanada à hora de almoço com ele? Na minha opinião, no mínimo prisão. Ou então ficarem todos amarrados na praça central a dizer a frase “ Pecámos e vamos para o inferno”.
Não, os jornalistas, essa perigosa classe, pelo menos quando não escreve, filma e relata o que nós queremos, devia reger-se pelo código recentemente aprovado nessa terra. Só falavam com quem a nomenclatura autorizava.
O pior é que estava aberta a caça. Disparava-se contra tudo e todos. E as armas eram desiguais. A razão da força dói. Magoa. Faz mossa. A força da razão perdurará para sempre nas nossas mentes, parece inofensiva mas é temerariamente temida pelos que usam a força da razão. O incrível é que estes temem mais aqueles. Não devia ser ao contrário?
De repente acordei. Percebi que apenas se tratou de um terrível pesadelo, onde tudo valia para alcançar os seus fins. Onde se difamavam terceiros. Onde se tentavam abater inocentes, apenas para fazer ricochete. E já não era qualquer herói. Graças a Deus!
Lívido, transpirado, mas feliz, percebi que no Seixal nada disso acontece.
Pode comentar este texto, ou a actualidade política, até quinta-feira, para ser publicado no "Comércio do Seixal e Sesimbra" a partir de sexta-feira.
Pode também fazê-lo no Blogue "Rumo a Bombordo" do vereador Samuel Cruz (Aqui).

segunda-feira, março 16, 2009

É sempre bom de ouvir

Um blogue serve para estas coisas.
Há os Afonsos, os Tiagos e afins, cujos comentários são respeitosamente publicados e tidos em conta, mesmo quando desvirtuam, alteram, cortam e recortam tudo o que digo e, há as pessoas que sugerem, ajudam, incentivam, requerem.
A todos tenho dado voz, atenção, tentando fazer dessa voz a minha .
Por vezes (muito mais do que imaginava, confesso) recebo e-mails, comentários, ou cartas, como este:

"Caro amigo Paulo Edson Cunha,
Admiro-o.
O meu amigo é uma força da natureza.
Chamam-no do "Obama português".
É algo com que concordo, não é depreciativo, bem pelo contrário.
O Paulo, tal como Barack Obama, representa uma nova forma de fazer Política, virada para o cidadão, lutando por causas e ideiais, em prol do desenvolvimento, progresso e bem estar das pessoas.
Vamos em frente Paulo. Em Outubro irá fazer história, conquistando para o PSD a C.M. do Seixal.
Orgulho-me em pertencer ao mesmo Partido que o seu, o grande PSD.
Apesar de eu ser de Lisboa, e de estar envolvido no combate autárquico aqui da Capital, tenho amigos recenseados no Concelho do Seixal, aos quais irei fazer Campanha por si :)
Um grande bem haja Paulo."


Ricardo lopes.

Resta-me agradecer e tentar ser digno da confiança demonstrada.
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Uma palavra de felicitações para o meu amigo Noronha pela sua nomeação pelo CDS/PP como candidato à Presidência da Câmara Municipal do Seixal. Se não houver movimentos de cidadãos (que eram bem vindos) fica a faltar apenas o candidato do Bloco de Esquerda.
Em breve começarão a aparecer os projectos.
Parabéns Noronha!
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PETIÇÃO Esta Petição tem como objectivo solicitar à Assembleia da República a reapreciação e consequente revogação da componente da Lei n.º 53/2006, de 7 de Dezembro, relativa à Mobilidade Especial. Porque a colocação de Funcionários Públicos em situação de mobilidade especial provocou desarticulação de serviços, tornando-os operacionais, de onde resultaram prejuízos para os cidadãos e para o País. Porque os Funcionários Públicos atingidos por esta medida sentem-se, legitimamente, feridos na sua dignidade Humana e Profissional. Porque a Colocação em situação de mobilidade especial originou percas de 1/3 das remunerações e danos morais. Porque a Provedoria de Justiça reconheceu a existência de ilegalidades insanáveis nos processos que culminaram com o afastamento de muitos dos melhores Funcionários Públicos. Importa que a Assembleia da República reaprecie a Lei n.º 53/2006, de 7 de Dezembro no que à Mobilidade Especial diz respeito. A Conferência Nacional dos Mobilizados redigiu uma Petição e solicita aos Portugueses a sua assinatura para que seja possível a reposição da legalidade nos processos dos quais resultaram afastamentos injustificados de Funcionários Públicos. Para assinara a Petição utilize o endereço abaixo indicado: http://www.peticao.com.pt/mobilidade-especial Estremoz, 15 de Março de 2009O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Mobilizados